|
A ordem nova
do mundo e reciclar ! Não podemos mais produzir poluentes indiscriminadamente
e simplesmente largarmos por aí para as gerações futuras. E assim,
os paízes mais desenvolvidos, e com problemas de ordem ambiental
gravíssimos, incentivam em muito o uso de sub-produtos (para não
dizer rejeitos) na sua produção industrial.
Assim surgiram
os "Gessos Sintéticos"!
Que são:
REA
GYPSUM:
Na Europa é muito comum a queima de carvão mineral na produção de
energia elétrica em estações termo-elétricas. Para diminuir a poluição
atmosférica, os gases emitidos são lavados em solução de carbonato
de cálcio (barrilha leve). A reação química da lavagem combina o
enxofre contido no carvão com o cálcio, precipitando assim um fino
pó de sulfato de cálcio (gesso). É um gesso sintético de aparência
bastante suja que é consumido, em sua maioria, na construção civil.
Porém alguns fabricantes de gessos dentários o usam.
FOSFO-GESSO:
É o gesso obtido como sub produto na produção do fosfato de amônio
utilizado como adubo agrícola. É muito, muito sujo, não existe notícia
do uso dele na confecção de gessos calcinados. Porém já se fala
em grandes incentivos por parte do governo para quem usá-lo.
GESSO
QUÍMICO:
É o gesso mais adequado à produção de gessos sintéticos dentários.
Este é obtido como sub-produto de reações na purificação do ácido
fosfórico e produção de ácido cítrico e láctico. Foram os alemães
os primeiros à obter tais gessos. No Brasil a produção destes gessos
ainda é bem modesta, não viabilizando seu uso comercial na produção
de gessos dentários. Outro fator, também de grande relevância para
a questão, é o fato de termos no Brasil, mais específicamente na
região de Araripina Pernambuco, gessos naturais de altíssima pureza,
que superam em muito a qualidade de todos gessos sintéticos.
Clique
aqui veja uma foto da Chapada do Araripe-Pernambuco
Escrito por:
Bernardo Höhl
Fabricante de Gessos
Revestimentos da Marca Rutenium

|